"Hoje não arranjei título…
Há por aí pessoas cujas vidas seguiram uma linha previamente traçada, sem surpresas, sobressaltos ou grandes desgostos, mas também sem grandes felicidades. Quando lido com estas pessoas, talvez sortudas, acho-as, regra geral, pouco tolerantes, pouco abertas aos outros, com tendência a tudo julgarem à luz do seu percurso. São cheias de certezas, de nuncas e sempres, de sentenças, de soluções para a condução na vida dos outros.
Contrariamente, as pessoas mais ricas que tenho conhecido interiormente são aquelas cuja vida testou das mais variadas formas, sujeitas a dores e provocações e que, sabendo tirar delas lições devidas e de vida, olham a humanidade como um conjunto de seres, muito iguais naquilo que é básico, apesar de todas as diferenças superficiais de classe social, profissional, poder económico e outras.
Há existências pacatas que de súbito se revolucionam e obrigam os inquilinos a olhar para dentro e a redefinir a orientação do leme e também a olhar para os outros de outra forma. Quem faz isto são os bons alunos do curso da vida, aqueles que aprendem com os erros e sobem as notas da felicidade. Também os há que, erro após erro, e apesar de todos os planos de recuperação, insistem em manter-se na rota errada, centrados na sua teimosia, azedando-se a si e aos outros.
Viver não custa, custa saber viver, frase antiga e sempre actual. Sou apologista da ideia de que com tudo se aprende na vida, mas que se aprende mais com o que nos faz mal do que com aquilo que nos faz bem, desde que não azedemos, claro!"
Irene Cordeiro in, Região de Leiria 27-07-2008
Há por aí pessoas cujas vidas seguiram uma linha previamente traçada, sem surpresas, sobressaltos ou grandes desgostos, mas também sem grandes felicidades. Quando lido com estas pessoas, talvez sortudas, acho-as, regra geral, pouco tolerantes, pouco abertas aos outros, com tendência a tudo julgarem à luz do seu percurso. São cheias de certezas, de nuncas e sempres, de sentenças, de soluções para a condução na vida dos outros.
Contrariamente, as pessoas mais ricas que tenho conhecido interiormente são aquelas cuja vida testou das mais variadas formas, sujeitas a dores e provocações e que, sabendo tirar delas lições devidas e de vida, olham a humanidade como um conjunto de seres, muito iguais naquilo que é básico, apesar de todas as diferenças superficiais de classe social, profissional, poder económico e outras.
Há existências pacatas que de súbito se revolucionam e obrigam os inquilinos a olhar para dentro e a redefinir a orientação do leme e também a olhar para os outros de outra forma. Quem faz isto são os bons alunos do curso da vida, aqueles que aprendem com os erros e sobem as notas da felicidade. Também os há que, erro após erro, e apesar de todos os planos de recuperação, insistem em manter-se na rota errada, centrados na sua teimosia, azedando-se a si e aos outros.
Viver não custa, custa saber viver, frase antiga e sempre actual. Sou apologista da ideia de que com tudo se aprende na vida, mas que se aprende mais com o que nos faz mal do que com aquilo que nos faz bem, desde que não azedemos, claro!"
Irene Cordeiro in, Região de Leiria 27-07-2008
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