segunda-feira, outubro 6
sábado, setembro 20
quinta-feira, setembro 18
Agradeço a todos a preocupação mas,
sábado passado, foi assim...
Papadok - Leiria (a conspiração)

ainda sem grandes vestígios de sangria! :P

O elemento 100%... 98% cool, vá!

Os sorrisos pepsodent...

O concerto do "António" heavy/ hard rock... na garagem :P

Nada como a música pimba, bem lamechas, numa viagem de carro, a olhar a lua cheia...

A mota estava em muito pior estado do que nós...

Nós... em moderno! :P

Os bares já estavam todos fechados... fomos passear a Leiria! :P

NOT!

Clinic, Alcobaça
me and barrelis!

me and sis, the kiss!

me and princess TikTak!

me and O., a.k.a: the boobes!!

ainda sem grandes vestígios de sangria! :P

O elemento 100%... 98% cool, vá!

Os sorrisos pepsodent...

O concerto do "António" heavy/ hard rock... na garagem :P

Nada como a música pimba, bem lamechas, numa viagem de carro, a olhar a lua cheia...

A mota estava em muito pior estado do que nós...

Nós... em moderno! :P

Os bares já estavam todos fechados... fomos passear a Leiria! :P

NOT!

Clinic, Alcobaça
me and barrelis!

me and sis, the kiss!

me and princess TikTak!

me and O., a.k.a: the boobes!!
mais um shot e, ainda assim, sóbria! :P
quarta-feira, setembro 17
solitude
—Synonyms 1. retirement, privacy. Solitude, isolation refer to a state of being or living alone. Solitude emphasizes the quality of being or feeling lonely and deserted: to live in solitude. Isolation may mean merely a detachment and separation from others: to be put in isolation with an infectious disease. 2. loneliness. 3. desert, wilderness.
sexta-feira, setembro 12
porque
... me faz lembrar os 2000 Km de distância, a neve, o frio, a ausência, o cansaço, as flores...
thoose days...
Gabriel o Pensador - Maresia
só muito mais tarde é que "ouvi" a música e percebi sobre o que era... :s
quarta-feira, setembro 10
óh deuses...
terça-feira, setembro 9
ora digam lá,
segunda-feira, setembro 8
:)
Tudo mudou, nada é já, igual. Mesmo nós, mudámos... mas... Estamos juntos!
Foi uma noite de alma cheia! :D
Foi uma noite de alma cheia! :D
domingo, setembro 7
E tu, lembraste?
Lembro-me de estar tudo à minha espera… de me arranjar sem vontade nenhuma…
Lembro-me da camisola lilás a três quartos, das calças de ganga azul deslavado, largueironas… das sandálias de borracha, a chinelar… de apanhar o cabelo num rabo-de-cavalo e da fita cheia de cor no cabelo. A seguir, os brincos, azuis, recordação do sudoeste do mês anterior.
Lembro-me de estar frente ao espelho e pensar que não me apetecia nada… mas pelo Zé, tinha de ser!
Saímos de casa… A noite começava a prometer animação!
Snack-bar A. … íamos ver a Maria … quem quer que ela fosse! Lembro-me das conversas… das tuas teorias… do teu à vontade … do vazio partilhado com o Zé… do pé engessado! Lembro-me dos quatro jarros de sangria tinta, entremeados com supertubos, pastéis de nata e afins… Lembro-me de rir, muito!... de chorar… de estar feliz! A noite estava a ser única! Decidimos mudar de paragem… Abastecemos sangria, a noite não acabava ali! Íamos até ao Brunos…
Lembro-me de chegarmos ao carro… da “má disposição” da Táta… da menina com o chapéu de cowboy… Entrámos no carro. Passei para a frente - o Zé precisava de esticar a perna. Paragem estratégica junto ao sinal luminoso do burro de Ferrel.
Chegámos ao Brunos e saímos só os dois.
Lembro-me de andar sobre o estrado de madeira cheio de areia e humidade e de ter medo de escorregar. Entrámos e conversámos… e conversámos… e conversámos… quase não bebemos… estávamos bem!
Lembro-me de sentir algo cá dentro, um turbilhão de tudo e de nada… Uma culpa de te estar a conhecer tanto! Tão depressa! Lembro-me de pensar para mim própria que não fazia mal, que queria apenas conhecer-te! Que era inofensivo e que no dia seguinte, tudo estaria como antes.
Lembro-me da tua frase… da primeira… e da minha resposta! Aquela que me saiu da boca sem pensar, sem medir… sem sequer sonhar que, um dia, estaríamos aqui!
Decidimos voltar ao carro, ver se a Táta estava melhor… Lembro-me, novamente do estrado de madeira e aí, à volta, de me agarrares para que eu não caísse… afinal, o meu pé ainda não estava sarado!
A Táta e o Zé conversavam… na medida do possível… Decidimos ficar! Ouvíamos música e conversávamos, conversávamos de tudo e de nada mas continuávamos a conversar!
Mais uma vez nessa noite, começou a chuviscar… De repente, “A” música… fechei os olhos e fugi para dentro de mim… para qualquer lado… Fizeste-me sair do carro e dançámos, os dois… à chuva!
Lembro-me das minhas pernas cansadas… do beijinho… Lembro-me dos teus olhos… dos meus pés… do meu sorriso… A noite que, queria eu, fosse assim… eterna… acabou! Regresso a casa.
Lembro-me de me cobrares o que te tinha prometido… de sair do carro… de saíres do carro… do local exacto onde, pela primeira vez, o meu corpo sentiu o teu. Lembro-me daquele abraço… da minha cabeça no teu ombro, do meu nariz no teu pescoço… os teus braços à minha volta, apertadinhos! Lembro-me de sentir que, nesses breves momentos, para mim, todo o Mundo parou! E naquele abraço existimos apenas tu e eu! Só havia o teu cheiro, só existia a tua respiração… e eu… quase chorei…
Lembro-me de adormecer exausta… de dormir duas horas, de acordar cheia de energia, como se tivesse tido uma noite inteira de sono reparador e de, de repente, pensar: “Será que ele já está acordado?”…
Parabéns amor!
Lembro-me da camisola lilás a três quartos, das calças de ganga azul deslavado, largueironas… das sandálias de borracha, a chinelar… de apanhar o cabelo num rabo-de-cavalo e da fita cheia de cor no cabelo. A seguir, os brincos, azuis, recordação do sudoeste do mês anterior.
Lembro-me de estar frente ao espelho e pensar que não me apetecia nada… mas pelo Zé, tinha de ser!
Saímos de casa… A noite começava a prometer animação!
Snack-bar A. … íamos ver a Maria … quem quer que ela fosse! Lembro-me das conversas… das tuas teorias… do teu à vontade … do vazio partilhado com o Zé… do pé engessado! Lembro-me dos quatro jarros de sangria tinta, entremeados com supertubos, pastéis de nata e afins… Lembro-me de rir, muito!... de chorar… de estar feliz! A noite estava a ser única! Decidimos mudar de paragem… Abastecemos sangria, a noite não acabava ali! Íamos até ao Brunos…
Lembro-me de chegarmos ao carro… da “má disposição” da Táta… da menina com o chapéu de cowboy… Entrámos no carro. Passei para a frente - o Zé precisava de esticar a perna. Paragem estratégica junto ao sinal luminoso do burro de Ferrel.
Chegámos ao Brunos e saímos só os dois.
Lembro-me de andar sobre o estrado de madeira cheio de areia e humidade e de ter medo de escorregar. Entrámos e conversámos… e conversámos… e conversámos… quase não bebemos… estávamos bem!
Lembro-me de sentir algo cá dentro, um turbilhão de tudo e de nada… Uma culpa de te estar a conhecer tanto! Tão depressa! Lembro-me de pensar para mim própria que não fazia mal, que queria apenas conhecer-te! Que era inofensivo e que no dia seguinte, tudo estaria como antes.
Lembro-me da tua frase… da primeira… e da minha resposta! Aquela que me saiu da boca sem pensar, sem medir… sem sequer sonhar que, um dia, estaríamos aqui!
Decidimos voltar ao carro, ver se a Táta estava melhor… Lembro-me, novamente do estrado de madeira e aí, à volta, de me agarrares para que eu não caísse… afinal, o meu pé ainda não estava sarado!
A Táta e o Zé conversavam… na medida do possível… Decidimos ficar! Ouvíamos música e conversávamos, conversávamos de tudo e de nada mas continuávamos a conversar!
Mais uma vez nessa noite, começou a chuviscar… De repente, “A” música… fechei os olhos e fugi para dentro de mim… para qualquer lado… Fizeste-me sair do carro e dançámos, os dois… à chuva!
Lembro-me das minhas pernas cansadas… do beijinho… Lembro-me dos teus olhos… dos meus pés… do meu sorriso… A noite que, queria eu, fosse assim… eterna… acabou! Regresso a casa.
Lembro-me de me cobrares o que te tinha prometido… de sair do carro… de saíres do carro… do local exacto onde, pela primeira vez, o meu corpo sentiu o teu. Lembro-me daquele abraço… da minha cabeça no teu ombro, do meu nariz no teu pescoço… os teus braços à minha volta, apertadinhos! Lembro-me de sentir que, nesses breves momentos, para mim, todo o Mundo parou! E naquele abraço existimos apenas tu e eu! Só havia o teu cheiro, só existia a tua respiração… e eu… quase chorei…
Lembro-me de adormecer exausta… de dormir duas horas, de acordar cheia de energia, como se tivesse tido uma noite inteira de sono reparador e de, de repente, pensar: “Será que ele já está acordado?”…
Parabéns amor!
sexta-feira, setembro 5
quinta-feira, setembro 4
serenidade...

... é do que preciso! ... e a praia... mesmo que pouca... traz-ma sempre...
Sentir a areia molhada a arranhar-me os pés... quilómetros de areal só para mim! Ouvir o vai-e-vem das ondas, respirar fundo! Sentir o cheiro a maresia entrar por mim a dentro... chegar-me à alma... serenar-ma... molhar os pés... não molhar os pés... Sentir a espuma das ondas tocar-me... levemente, à boleia da brisa... respirar fundo! Olhar o céu... não há estrelas esta noite! Sentir o pulular da noite da vila... fugir dele! Enterrar os pés na areia! Bem fundo! Para sentir! E encontrar-me... deixar-me assim... como só o mar me sabe deixar...
quarta-feira, setembro 3
citação :p
É um dos blogs que mais gosto de acompanhar. É uma pessoa que, no seu blog, transmite lucidez, integridade e sensibilidade de uma forma que, nos dias de hoje, é difícil de encontrar e, ontem à noite, escreveu assim:
"... nem todas as pessoas valem a pena, há gente tão poucochinho, que emana uma mesquinhez e uma maldade que as torna pouco menos que invisíveis. São as não-pessoas. Que nada viveram e nada aprendem..."
aqui: osdiasuteis
Porra! Que estava mesmo a precisar de ler isto!!
terça-feira, setembro 2
...
... quando alguém traz ao de cima o pior de nós mesmos... quando nos tornamos tão amargos, que nós próprios odiámos a pessoa que vive cá dentro... quando, com o azedume, dizemos coisas que nunca deveríamos ter dito... magoamos pessoas, como nunca imaginámos... dói mais que tudo cá dentro... transforma-nos e... parece... nunca nada volta a ser igual... até quando??...
... quantas mais vezes acontecerá? ... até quando??... quantas mais palavras serão ditas dessa forma??...
... sinto-me negra... cadáver... por dentro...
segunda-feira, setembro 1
apetece-me...
Parar tudo! Desistir de tudo! Não fazer mais nada e dar o assunto por encerrado! Para sempre!!
...
"There will never come a day
You will ever hear me say
That I want or need to be without you
I want to give my all
Baby just hold me
Simply control me
Because your arms they keep away the lonelies
When I look into your eyes
Then I realize
All I need is you in my life
All I need is you in my life
Cuz I never felt this way about lovin
No
Never felt so good baby
Never felt this way about lovin
It feels so good
Lately when I look into your eyes
Then I realize
You're the only one I need in my life
Baby I just don't know how to describe
How lovely you made me feel inside
You give me butterflyz
Got me flying so high in the sky
I can't control the butterflyz
You give me butterflyz
Got me flying so high in the sky
I can't control the butterflyz
It seems like the light you give
From the start you told me I would be your queen
But never had I imagined such a feeling
Joy is what you bring
I want to give you everything
You give me butterflyz
Got me flying so high in the sky
I can't control the butterflyz
You give me butterflyz
Got me flying so high in the sky
I can't control these butterflyz
You and I are destiny
I know now you were made for me
I can't control it
It's driving me
Taking me over
You give me butterflyz
Got me flying so high in the sky
I can't control the butterflyz
You give me butterflyz
Got me flying so high in the sky
I can't control the butterflyz"
...

Hoje estava capaz de dizer as piores coisas, chamar os nomes mais feios e cabeludos a energúmemos que deveriam ser pessoas... pessoas, por quem eu deveria ter o maior respeito... Se não o faço, não se iludam... não é por eles! É que... há pessoas... de quem eu gosto muito... que (in)felizmente... para o bem e para o mal... gostam muitos desses energúmenos!
Hoje, o meu dia está cinzento! Carregado!








